| Aqui Estão selecionados Algumas Reportagens Sobre Zaguinha
           Manoel da Silva renasceu aos 44 anos, quando trocou a picareta por uma bola de futebol Jornalismo Cultural
 Esta foto é distaque em muitas reportagens foi tirada em NOVA YORK EUA Março 2000 Firmado para o canal 57 TV Nos Estados Unidos, Zaguinha faz embaixadinhas com esfera incomum (Crédito: Divulgação) Há alguns anos, o esportista loandense Manoel da Silva, conhecido como Zaguinha, ganhou o título de Rei das Embaixadinhas ao participar de um programa televisivo, onde desafiava os telespectadores – venceu todos. Desde então, o reconhecimento lhe garante sobreviver daquilo que melhor sabe fazer, além de ser ícone de pessoas de todas as idades. O carismático Zaguinha ganhou visibilidade pela primeira vez em 1999, quando foi protagonista do Programa Esporte Espetacular, da Rede Globo. “Eu estava fazendo embaixadas em Tupã, interior de São Paulo, e um repórter me ligou. Perguntou se eu tinha interesse em participar do programa. Aceitei na hora”, conta. Convidado para desafiar praticantes de embaixadinhas de todo o Brasil, o atleta não precisou se esforçar demais para faturar o título de rei. “Venci os oito melhores, selecionados pelo programa. Tive que fazer embaixadinhas até na Praça dos Três Poderes, em Brasília. Mas valeu a pena e muito. Foi depois dessa aparição que consegui patrocínio de uma grande empresa de artigos esportivos”, declara Zaguinha. O esportista participou do Esporte Espetacular por 14 domingos consecutivos. Zaguinha em desafio no Estádio do Pacaembu (Crédito: Divulgação) O talento e a dedicação do atleta trouxeram oportunidades inesperadas, como conhecer mais de 20 estados brasileiros e, também, viajar de avião pela primeira vez. Zaguinha é reconhecido internacionalmente, tanto que foi tema de uma reportagem da rede de televisão estadunidense Cable News Network (CNN). “Isso foi em 2000. Me levaram para fazer um trabalho de oito dias em escolinhas de futebol. Até participei de uma feira de esportes em Nova York”, reitera o atleta que se apresentou na Argentina e no Paraguai durante a Copa América de 1999. O maior orgulho de Zaguinha são as inúmeras façanhas, entre as quais embaixadinhas com bola de futebol americano e abacaxi. “Já fiz 550 com uma bolinha de dois milímetros. Faço com qualquer tipo de esfera, desde que o peso não ultrapasse 2,5kg”, enfatiza. Quando participou do Programa do Jô, lhe deram um sabonete molhado. O atleta admite que foi difícil manter o equilíbrio, mas não passou vergonha; fez cinco embaixadinhas. O esportista sempre fica feliz ao ser desafiado, mas a satisfação surge apenas no fim, quando o resultado é positivo. “Já fiz muitas embaixadas atravessando a Avenida Paulista, subindo as escadas de uma igreja em Aparecida e, também, sobre o parapeito de um prédio de 15 andares. Neste desafio, tive medo; não gosto de lugares altos”, revela. Zaguinha diz que se sente realizado por levar diversão e informação a tantas pessoas. “Minhas apresentações duram em média 30 minutos, mas sempre dedico algum tempo para falar sobre educação e drogas”, complementa. Atleta teve vida difícil no noroeste do Paraná Manoel da Silva, conhecido como Zaguinha, nasceu em Murici, no interior de Alagoas, mas se mudou para Loanda quanto tinha nove anos. “Como saí do nordeste muito novo, me considero tanto nordestino quanto paranaense”, afirma o esportista que teve uma vida muito difícil no noroeste do Paraná. Uma época em que a palavra conforto ainda não fazia parte da realidade de Zaguinha. Na década de 1960, o jovem Manoel começou a trabalhar na área rural derrubando árvores para o plantio de amendoim, algodão e mamona. “Sinto saudade das coisas boas, mas foi um tempo de muitas dificuldades”, frisa Zaguinha. Em seguida, o atleta fica disperso no tempo e começa a lacrimejar ao se recordar de sua mulher, falecida em 1981. Em Loanda, depois de economizar, o atleta abriu um bar, onde impressionava os fregueses fazendo embaixadinhas com bolas de sinuca. Com o tempo, o negócio deixou de ser lucrativo e Manoel decidiu participar de um concurso público municipal. “Passei e ganhei uma picareta, uma chibanca (machadinho), uma enxada e uma pá. Meu trabalho era fazer valetas para esgoto. Ganhava um salário mínimo, ou seja, trabalhava demais e recebia pouco”, avalia Zaguinha. Quando encerrava o expediente, Manoel da Silva sempre passava um bom tempo se dedicando a atividade. O apreço pelas embaixadinhas surgiu na infância, quando o esportista e seus cinco irmãos brincavam com bolinhas de meia. “Era comum também matarem porco e a gente tirar a bexiga do animal pra enchê-la com ar. Era a nossa bola; a maior alegria da minha infância”, relata Zaguinha que, na década de 1990, decidiu transformar o sonho em realidade ao se mudar para São Paulo. Estadunidense impulsiona carreira do esportista Em São Paulo, Zaguinha adotou o Viaduto do Chá como local de treino; sabia que a área era bastante freqüentada pela mídia. Com a intenção de atrair a atenção para si, sempre fazia embaixadinhas quando via uma máquina fotográfica ou filmadora. “Estava sempre próximo da imprensa, mas sem exageros”, assegura. Zaguinha passou três anos fazendo shows na rua, e por conta própria. Tudo mudou aos 44 anos, em 1999, quando um empresário estadunidense, que assistiu a apresentação de Zaguinha pela TV a cabo, acreditou no trabalho do esportista. “Ele gostou do que viu no Esporte Espetacular. Quando veio pra cá buscar produtos esportivos de uma grande empresa, sugeriu que me contratassem. Naquele mesmo mês, comecei a receber para fazer embaixadas”, reitera sorrindo. Na rua, o atleta sempre é reconhecido pelo traje; uma camisa da seleção brasileira e uma bola que ele carrega dentro de uma pequena rede pendurada no braço. “O pessoal, onde me vê, já sabe quem eu sou e pede pra fazer embaixadinhas”, finaliza o atleta. Saiba mais Zaguinha já fez 80 mil embaixadinhas em oito horas. ------------
Manoel da Silva renasceu aos 44 anos, quando trocou a picareta por uma bola de futebol   Nos Estados Unidos, Zaguinha faz embaixadinhas com esfera incomum. Há alguns anos, o esportista loandense Manoel da Silva, conhecido como Zaguinha, ganhou o título de Rei das Embaixadinhas ao participar de um programa televisivo, onde desafiava os telespectadores – venceu todos. Desde então, o reconhecimento lhe garante sobreviver daquilo que melhor sabe fazer, além de ser ícone de pessoas de todas as idades. O carismático Zaguinha ganhou visibilidade pela primeira vez em 1999, quando foi protagonista do Programa Esporte Espetacular, da Rede Globo. “Eu estava fazendo embaixadas em Tupã, interior de São Paulo, e um repórter me ligou. Perguntou se eu tinha interesse em participar do programa. Aceitei na hora”, conta. Convidado para desafiar praticantes de embaixadinhas de todo o Brasil, o atleta não precisou se esforçar demais para faturar o título de rei. “Venci os oito melhores, selecionados pelo programa. Tive que fazer embaixadinhas até na Praça dos Três Poderes, em Brasília. Mas valeu a pena e muito. Foi depois dessa aparição que consegui patrocínio de uma grande empresa de artigos esportivos”, declara Zaguinha. O esportista participou do Esporte Espetacular por 14 domingos consecutivos.
    O talento e a dedicação do atleta trouxeram oportunidades inesperadas, como conhecer mais de 20 estados brasileiros e, também, viajar de avião pela primeira vez. Zaguinha é reconhecido internacionalmente, tanto que foi tema de uma reportagem da rede de televisão estadunidense Cable News Network (CNN). “Isso foi em 2000. Me levaram para fazer um trabalho de oito dias em escolinhas de futebol. Até participei de uma feira de esportes em Nova York”, reitera o atleta que se apresentou na Argentina e no Paraguai durante a Copa América de 1999. O maior orgulho de Zaguinha são as inúmeras façanhas, entre as quais embaixadinhas com bola de futebol americano e abacaxi. “Já fiz 550 com uma bolinha de dois milímetros. Faço com qualquer tipo de esfera, desde que o peso não ultrapasse 2,5kg”, enfatiza. Quando participou do Programa do Jô, lhe deram um sabonete molhado. O atleta admite que foi difícil manter o equilíbrio, mas não passou vergonha; fez cinco embaixadinhas. O esportista sempre fica feliz ao ser desafiado, mas a satisfação surge apenas no fim, quando o resultado é positivo. “Já fiz muitas embaixadas atravessando a Avenida Paulista, subindo as escadas de uma igreja em Aparecida e, também, sobre o parapeito de um prédio de 15 andares. Neste desafio, tive medo; não gosto de lugares altos”, revela. Zaguinha diz que se sente realizado por levar diversão e informação a tantas pessoas. “Minhas apresentações duram em média 30 minutos, mas sempre dedico algum tempo para falar sobre educação e drogas”, complementa. Atleta teve vida difícil no noroeste do Paraná Manoel da Silva, conhecido como Zaguinha, nasceu em Murici, no interior de Alagoas, mas se mudou para Loanda quanto tinha nove anos. “Como saí do nordeste muito novo, me considero tanto nordestino quanto paranaense”, afirma o esportista que teve uma vida muito difícil no noroeste do Paraná. Uma época em que a palavra conforto ainda não fazia parte da realidade de Zaguinha. Na década de 1960, o jovem Manoel começou a trabalhar na área rural derrubando árvores para o plantio de amendoim, algodão e mamona. “Sinto saudade das coisas boas, mas foi um tempo de muitas dificuldades”, frisa Zaguinha. Em seguida, o atleta fica disperso no tempo e começa a lacrimejar ao se recordar de sua mulher, falecida em 1981. Em Loanda, depois de economizar, o atleta abriu um bar, onde impressionava os fregueses fazendo embaixadinhas com bolas de sinuca. Com o tempo, o negócio deixou de ser lucrativo e Manoel decidiu participar de um concurso público municipal. “Passei e ganhei uma picareta, uma chibanca (machadinho), uma enxada e uma pá. Meu trabalho era fazer valetas para esgoto. Ganhava um salário mínimo, ou seja, trabalhava demais e recebia pouco”, avalia Zaguinha. Quando encerrava o expediente, Manoel da Silva sempre passava um bom tempo se dedicando a atividade. O apreço pelas embaixadinhas surgiu na infância, quando o esportista e seus cinco irmãos brincavam com bolinhas de meia. “Era comum também matarem porco e a gente tirar a bexiga do animal pra enchê-la com ar. Era a nossa bola; a maior alegria da minha infância”, relata Zaguinha que, na década de 1990, decidiu transformar o sonho em realidade ao se mudar para São Paulo. Estadunidense impulsiona carreira do esportista Em São Paulo, Zaguinha adotou o Viaduto do Chá como local de treino; sabia que a área era bastante freqüentada pela mídia. Com a intenção de atrair a atenção para si, sempre fazia embaixadinhas quando via uma máquina fotográfica ou filmadora. “Estava sempre próximo da imprensa, mas sem exageros”, assegura. Zaguinha passou três anos fazendo shows na rua, e por conta própria. Tudo mudou aos 44 anos, em 1999, quando um empresário estadunidense, que assistiu a apresentação de Zaguinha pela TV a cabo, acreditou no trabalho do esportista. “Ele gostou do que viu no Esporte Espetacular. Quando veio pra cá buscar produtos esportivos de uma grande empresa, sugeriu que me contratassem. Naquele mesmo mês, comecei a receber para fazer embaixadas”, reitera sorrindo. Na rua, o atleta sempre é reconhecido pelo traje; uma camisa da seleção brasileira e uma bola que ele carrega dentro de uma pequena rede pendurada no braço. “O pessoal, onde me vê, já sabe quem eu sou e pede pra fazer embaixadinhas”, finaliza o atleta. Zaguinha já fez 80 mil embaixadinhas em oito horas.
Foliões na quarta-feira cinza Quarta-feira cinza na cidade de São Paulo. Garoa e frio, termômetros marcam onze graus no centro velho. Cruzo o Vale do Anhangabaú às 15h30 sentido Mosteiro São Bento. Muita gente para ver o Papa Bento XVI. Penso ter chegado cedo, afinal a saudação acontece às 19h. Mas acabo com minha pretensão ao escutar a história de Manoel da Silva. “Cheguei 12h40”, afirma o alagoano de 55 anos. Ele atrai a atenção de todos. Nas costa, carrega uma imagem de Nossa Senhora – “é de isopor, pesa 4 Kg” – e carrega uma bola de futebol amarrada a um cordão. Dá entrevista a rede mexicana de televisão Tv Azteca, em seguida ao repórter do programa Vitrine, Rodrigo Rodrigues. Em ambas as conversar, peteca a bola para as câmeras. Quando me aproximo para conversar sou recebido com um discurso afiado que parece ter sido ensaiado em casa, “na zona norte”. Frases de impacto, “Depois de Deus é o Papa”, “É a maior felicidade da minha vida”, “Estou pagando uma promessa” recheiam a conversa e algumas outras matérias. Ao final, recebo um cartão do entrevistado, escrito: Zaguinha Promoções – O rei das embaixadas, Show Arte e Habilidade. Manoel me conta que também já apareceu na São Silvestre carregando o Cristo Redentor. Tenho de deixá-lo, pois mais uma câmera se aproxima para flagrá-lo em penitência. Pela Copa, torcedor promete correr São Silvestre fazendo embaixadas Escolha do Brasil como sede da Copa do Mundo é alvo da promessa do brasileiro. Manoel da Silva diz que também correrá com a imagem de Nossa Senhora Aparecida. Robson Bertollino Do G1, em São Paulo Robson Bertollino/G1 Manoel da Silva, o Zaguinha, prometeu correr a São Silvestre com a imagem de Nossa Senhora Aparecida e fazendo embaixadas com a bola se o Brasil conseguisse ser a sede da Copa do Mundo de Futebol de 2014. A promessa terá de ser cumprida, pois a Fifa confirmou nesta terça-feira (30) que o país será a sede do campeonato. Zaguinha foi à festa organizada pela Prefeitura na frente do Teatro Municipal, no região central, para comemorar a escolha do Brasil (Foto: Robson Bertollino/G1) Fonte Por Globo.com   GLOBOESPORTE.COM - 31/12/2008 Fantasiados se divertem na Corrida de São Silvestre Zaguinha rei das embaixadas com uma bola.Até nessas horas a paixão pelo futebol fala mais alto
Zaguinha fará homenagem ao Mundial de 2014 na corrida paulista Fábio Mello Direto de São Paulo
A escolha do Brasil como sede da Copa 2014 fez com que Manuel da Silva, mais conhecido como Zaguinha, o rei da embaixada, mudasse seu uniforme tradicional para a São Silvestre. Em sua 11ª participação, o corredor amador de 55 anos, além de um bandeira do país, participará do evento com um escultura de isopor de Nossa Senhora presa em suas costas. Segundo Zaguinho, natural de Muricy (AL), a idéia é mostrar que o Brasil tem pessoas esforçadas e que, mesmo com obstáculos, conseguem cumprir suas metas, no caso a de organizar uma Copa do Mundo. “Eu vou correr dessa vez para mostrar que podemos fazer essa Copa”, afirmou. “Vai ser bom para o Brasil, porque aí vão mostras as coisas boas desse país para o mundo todo”. De todas as vezes que participou, Manuel da Silva só não completou a prova em 1999. E, de acordo com ele, o peso extra por conta da representação de Nossa Senhora não irá atrapalhá-lo. “Ela só vai me ajudar e tomar conta de mim para que eu complete a São Silvestre”. Além do uniforme, Zaguinha ainda carrega uma bola, que utilizará para fazer embaixadas durante a 83ª São Silvestre. O corredor amador afirmou ter uma média de 80 mil embaixadas. “O Brasil é o país do esporte, do futebol. Essa festa que é a São Silvestre serve para mostrarmos o que queremos de bom para o país”, finalizou Corredor Zaguinha Paga Promessa Por Copa de 2014 no Brasil Segunda, 31 de dezembro de 2007, 15h24 Zaguinha fará homenagem ao Mundial de 2014 na corrida paulista | 31 de dezembro de 2007 Reinaldo Marques/Terra Fábio Mello Direto de São Paulo Conhecido como Zaguinha, o rei das embaixadinhas, Manoel da Silva correrá a São Silvestre com um objetivo distinto: em vez de vencer a prova desta segunda-feira, ele quer cumprir uma promessa: correr com a imagem de Nossa Senhora Aparecida. A promessa de Manoel, 55 anos, foi feita em prol da escolha do Brasil como sede da Copa do Mundo de 2014, anunciada em outubro, pela Fifa. "Fui até o santuário e fiz a promessa de que, se o Brasil vencesse a disputa pela Copa, eu correria a São Silvestre com a imagem", declarou Zaguinha. Ele, aliás, não quer perder nenhum jogo da Copa de 2014. "O futuro a Deus pertence, mas eu quero estar vivo para acompanhar todos os jogos. O Brasil tem que mostrar ao mundo do que é capaz", afirmou.
| Zaguinha desiste de completar a prova com embaixadas |
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| | Nas últimas quatro edições da São Silvestre, ele prometeu que faria embaixadas com uma bola durante os 15 km da prova |
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| | Fonte: Divulgação SÃO PAULO - Zaguinha desistiu. Pelo menos nas últimas quatro edições da São Silvestre, ele prometeu que faria embaixadas com uma bola durante os 15 km da prova. O discurso mudou no dia 31 de dezembro de 2008. “Não dá para prometer porque o pessoal sempre me pára no meio do caminho para pedir uma palhinha. Acabo me cansando. Vou até a Rua Da Consolação fazendo embaixadas e, depois, coloco a bola no chão para sair driblando todo mundo”, planejou.
Manuel da Silva ficou conhecido como Zaguinha por se passar por um ex-jogador de futebol para agradar um amigo. Aos 56 anos, ele pretende registrar o apelido com o qual ganhou fama como “Rei das Embaixadinhas” (chegou a ganhar R$ 2,4 mil mensais como patrocínio de uma empresa de material esportivo e ainda vive de shows). Em sua carteira de identidade, Manuel já exibe a assinatura “Zaguinha” abaixo da foto 3x4, onde aparece com o tradicional cavanhaque pela metade. “Sou famoso como Zaguinha. Foi assim que apareci em tudo que é televisão. E vou morrer com o meu cavanhaque”, bradou.
Zaguinha raspou o cavanhaque de maneira irreverente pela primeira vez no dia 5 de dezembro de 1997, ano em que começou a participar da São Silvestre. Ele garante que completou toda a prova fazendo embaixadas em 2000, na única ocasião em que conseguiu o feito. E já corria fantasiado desde então. Em 2008,o atleta amador veste um uniforme do time de Murici (AL), sua cidade natal, e voltou a carregar uma enorme imagem de Nossa Senhora Aparecida nas costas. “É para pagar a promessa do ano passado, quando queria que a Copa do Mundo viesse para o Brasil”, explicou, enquanto era bastante assediado pelos demais participantes da mais tradicional competição de rua do país.
Gazeta Esportiva | Este é o Chiquinho filho do Zaguinha: 31/12/2008 São Silvesrte sporte > Galeria de Fotos 84ª corrida de São Silvestre Gazeta Press Um atleta vestido com uma fantasia do capacete de Ayrton Senna ao lado do "Rei das Embaixadinhas", Zaguinha, que também participará do evento Zaguinha e seu filho Chiquinho: Zaguinha a maior estrela da São Silvestre embaixadas Helder Júnior e Bruno Ceccon Fernando Pilatos/Gazeta Press Zaguinha faz aquecimento para prova São Paulo (SP) - Zaguinha desistiu. Pelo menos nas últimas quatro edições da São Silvestre, ele prometeu à GE.Net que faria embaixadas com uma bola durante os 15 km da prova. O discurso mudou no dia 31 de dezembro de 2008. “Não dá para prometer porque o pessoal sempre me pára no meio do caminho para pedir uma palhinha. Acabo me cansando. Vou até a Rua Da Consolação fazendo embaixadas e, depois, coloco a bola no chão para sair driblando todo mundo”, planejou. Manuel da Silva ficou conhecido como Zaguinha por se passar por um ex-jogador de futebol para agradar um amigo. Aos 56 anos, ele pretende registrar o apelido com o qual ganhou fama como “Rei das Embaixadinhas” (chegou a ganhar R$ 2,4 mil mensais como patrocínio de uma empresa de material esportivo e ainda vive de shows). Em sua carteira de identidade, Manuel já exibe a assinatura “Zaguinha” abaixo da foto 3x4, onde aparece com o tradicional cavanhaque pela metade. “Sou famoso como Zaguinha. Foi assim que apareci em tudo que é televisão. E vou morrer com o meu cavanhaque”, bradou. Zaguinha raspou o cavanhaque de maneira irreverente pela primeira vez no dia 5 de dezembro de 1997, ano em que começou a participar da São Silvestre. Ele garante que completou toda a prova fazendo embaixadas em 2000, na única ocasião em que conseguiu o feito. E já corria fantasiado desde então. Em 2008,o atleta amador veste um uniforme do time de Murici (AL), sua cidade natal, e voltou a carregar uma enorme imagem de Nossa Senhora Aparecida nas costas. “É para pagar a promessa do ano passado, quando queria que a Copa do Mundo viesse para o Brasil”, explicou, enquanto era bastante assediado pelos demais participantes da mais tradicional competição de rua do país Saiba tudo das 5 útimas corrida da São Silvestre do zaguinha Jogo Rápodo São Silvestre 2008 Atletismo/São Silvestre - (31/12/08 16:11) Zaguinha desiste de completar a prova com embaixadas Helder Júnior e Bruno Ceccon | Foto: Fernando Pilatos/Gazeta Press | | | Zaguinha faz aquecimento para a prova | São Paulo (SP) - Zaguinha desistiu. Pelo menos nas últimas quatro edições da São Silvestre, ele prometeu à GE.Net que faria embaixadas com uma bola durante os 15 km da prova. O discurso mudou no dia 31 de dezembro de 2008. “Não dá para prometer porque o pessoal sempre me pára no meio do caminho para pedir uma palhinha. Acabo me cansando. Vou até a Rua Da Consolação fazendo embaixadas e, depois, coloco a bola no chão para sair driblando todo mundo”, planejou. Manuel da Silva ficou conhecido como Zaguinha por se passar por um ex-jogador de futebol para agradar um amigo. Aos 56 anos, ele pretende registrar o apelido com o qual ganhou fama como “Rei das Embaixadinhas” (chegou a ganhar R$ 2,4 mil mensais como patrocínio de uma empresa de material esportivo e ainda vive de shows). Em sua carteira de identidade, Manuel já exibe a assinatura “Zaguinha” abaixo da foto 3x4, onde aparece com o tradicional cavanhaque pela metade. “Sou famoso como Zaguinha. Foi assim que apareci em tudo que é televisão. E vou morrer com o meu cavanhaque”, bradou. Zaguinha raspou o cavanhaque de maneira irreverente pela primeira vez no dia 5 de dezembro de 1997, ano em que começou a participar da São Silvestre. Ele garante que completou toda a prova fazendo embaixadas em 2000, na única ocasião em que conseguiu o feito. E já corria fantasiado desde então. Em 2008,o atleta amador veste um uniforme do time de Murici (AL), sua cidade natal, e voltou a carregar uma enorme imagem de Nossa Senhora Aparecida nas costas. “É para pagar a promessa do ano passado, quando queria que a Copa do Mundo viesse para o Brasil”, explicou, enquanto era bastante assediado pelos demais participantes da mais tradicional competição de rua do p São silvestre 2008
Prefeitura de Dourados Mato Grosso do Sul As crianças que lotaram o ginásio aprovaram o material, e assim que receberam saíram dando os primeiros toques e chutes nas novas bolas. Os professores, que são voluntários nas escolinhas, se mostravam bastante entusiasmados com o fato de trabalhar com um material de primeira qualidade. “ O material é bom, e melhor ainda é o projeto, pois tira as crianças da rua, e mostra para elas que não basta ser bom de bola, que tem que ser bom na escola também”, explica o professor voluntário Roner Romero, que ministra treinamentos para as crianças há 10 anos em Dourados.
O evento ainda foi abrilhantado com a presença de Emanuel da Silva, o “Zaguinha”, conhecido mundialmente por sua habilidade de fazer “embaixadinhas” . Ele apresentou-se primeiramente com uma bola normal, depois com uma bola de tênis, seguida de uma bola de borracha do tamanho de uma bola de gude, e encerrou seu espetáculo fazendo embaixadas com um rolimã. Usina de Letras - 12:49 O “olhar externo” não evita que, em sua tentativa de associar o gosto pelo futebol ao próprio estilo de vida nacional, o autor escorregue em algumas generalizações. Quando fala de Zaguinha, aquele cidadão que cansou de ser mostrado no Esporte Espetacular fazendo embaixadinhas, Bellos diz que “o fato de valorizar nada além do divertimento e da habilidade com a bola o torna a personificação da paixão nacional”. Estadao.com.br :: Cidades Carnaval 2008 A Gaviões da Fiel, primeira escola a desfilar, fez do sambódromo do Anhembi uma cópia mais do que fiel das arquibancadas do Pacaembu em final de campeonato. A escola, que contou em seu enredo a história da cidade de Santana do Parnaíba entrou na pista às 22h06 e cumpriu o tempo estabelecido pelo regulamento: 65 minutos. Para lembrar os bons tempos do Timão - e esquecer um pouco a amargura da Série B - Manoel da Silva, o Zaguinha, de 55 anos, desfilou fazendo embaixadinhas com uma bola dourada. No ano passado, a escola foi a campeã do Grupo de Acesso. O último título conquistado pela Gaviões no grupo Especial foi em 2003. ilustrado Esporte . . Esporte . Zaguinha ‘Rei das embaixadas’ participa de Recreação de Férias do Sesc Umuarama Da Redação O rei das embaixadas, Manoel da Silva, o Zaguinha, passou por Umuarama promovendo materiais esportivos e ministrando palestras para crianças do município. Zaguinha se tornou o rei das embaixadas após vencer um desafio no Globo Esporte, onde passou por vários obstáculos fazendo embaixadas com bolas de diversos tamanhos. Na tarde de ontem, Zaguinha ministrou palestra e mostrou sua habilidade para as crianças da recreação de férias do Sesc/Umuarama. Há 10 ano o atleta vem realizando esse trabalho patrocinado pela Dalponte. Segundo Zaguinha, a educação é um dos pontos fortes para a melhoria do país. “Realizo palestras em vários setores da educação, sempre falando de como é importante o estudo, a força de vontade para conquistar seus objetivos e como é devastador o mundo das drogas”, disse Zaguinha. Após a apresentação o recordista foi cercado pelos alunos em busca de autografo. Hoje Zaguinha está em Paissandu e depois segue para Foz do Iguaçu. Araraquara, 06 de julho de 2009 sábado, 11 de dezembro de 2004 “Fenômeno” Beatriz fatura tudo na Copa Daniel Barreto

Mestre Zaguinha e desafiantes do Concurso de Embaixadas Mais uma vez, a estrela da EE Antônio Lourenço Corrêa brilhou na Copa Pão de Açúcar/Tribuna Impressa, competição encerrada ontem no Estádio Municipal “Cândido de Barros”, com a atleta Beatriz Z. João conquistando títulos e prêmios: revelação da Copa e chuteira de ouro pelos 22 gols marcados. O segundo melhor artilheiro da competição foi o aluno Vitor R. Lima Melo, com 13 gols. Ainda como destaque, só que pela Categoria A, Vinícius H. Silva, do Caic Rubens Cruz, também foi contemplado com prêmio. Já pela categoria A, mais uma vez a escola do Caic Rubens Cruz levou outro título, o de melhor artilheiro com o atleta Bruno S. Silva com 26 gols, seguido de Kauê Silva Pantaleão, do Caic Ricardo Monteiro, segundo artilheiro. Também foram premiados com chuteiras de prata os goleiros menos vazados, ficando os prêmios para Kauã G. Santos, do Caic Rubens Cruz, e para o atleta Daniel N. Costa, da EE Antônio Lourenço Corrêa, ambos jogando pela Categoria B. Para a defesa menos vazada da Categoria A, os prêmios foram para os goleiros Jhonatan B. Testai, do Caic Ricardo Monteiro, e Gabriel S. Reis, do Caic Rubens Cruz. “Embaixadinhas” A chuteira de ouro do concurso foi parar nas mãos de Beatriz João, da EE Antônio Lourenço Corrêa, com 214 embaixadas. Na Categoria, foram vencedores: Pedro Zaniollo (Colégio Progresso, 54), Bruno Sabino da Silva (Caic Rubens Cruz, 21) e Emerson Kelvin G. da Silva (EE Henrique Scabello, 19). Categoria B: Beatriz Z. João (, EE Antônio Lourenço Corrêa, 214), Bruno Paulillo, (Coeducar, 69) e Washinton Henrique Mariolina (EE Florestano Libutti, 16). 
Com 214 embaixadas, a aluna Beatriz Z. João, da EE Antônio Lourenço Corrêa, da Vila Xavier, impressionou até mesmo o mestre Manuel da Silva, o Zaguinha. “De fato, a menina é um fenômeno”, disse o garoto-propaganda da DelPonte, contratado do Pão de Açúcar para a festa de encerramento da Copa. Além de faturar o concurso, Beatriz conquistou o título da Categoria B e terminou a competição como principal artilheira da categoria. 26 de Novembro de 2005 - 10:50 Zaguinha dá show para o celeiro de atletas em Dourados Com a presença do artista considerado "rei das embaixadas", Manoel da Silva, o Zaguinha, de 53 anos, o prefeito Laerte Tetila entregou há pouco novos materiais esportivos e uniformes para as crianças que integram o projeto "Celeiro de Atletas", desenvolvido pela Funced com o apoio da Secretaria estadual da Juventude, Esporte e Lazer através do FIE (Fundo de Incentivo ao Esporte). O ato reuniu cerca de 300 crianças que já desenvolvem atividades nos oito pólos (Água Boa, BNH 4º Plano, Vila Cachoeirinha, Zé Tabela, Aroeira, Parque das Nações I, Jardim Flórida e o CEPER da Rodoviária). "Com esse programa, e graças ao grande apoio do Governo do Estado, estamos provando na prática que esporte não é só para as elites", disse o prefeito. Zaguinha também fez uso da palavra, antes de mostrar a arte das embaixadas com uma bola de fut-sal, uma de sinuca e duas bolinhas de rolemã ainda mais minúsculas. "Vocês têm que estar preparados para conquistar espaços, nunca deixando de estudar", pregou ele. A presidente da Câmara de Dourados, vereadora Margarida Gaigher, disse que o trabalho e dedicação de professores e instrutores das escolinhas é responsável pela formação "dos nossos Ronaldinhos do futuro". Em nome dos pólos beneficiados, o desportista Joaquim Pedro Farias agradeceu a Prefeitura e o Estado pelo material recebido. O secretário de Educação da Prefeitura, professor Antônio Leopoldo Suypenne, também prestigiou o ato. Dourados News
 | | | | Francal 40 Anos | | Sexta-feira, 4 de julho de 2008 |
| | Café do ‘Comércio’ recebe ministro | Vinícius Araujo
O otimismo e bons negócios fechados na 40ª Francal foi, mais uma vez, tema das conversas no estande do Grupo Corrêa Neves de Comunicação. Diretores de entidades de classe, especialistas e visitantes em geral atestaram que o terceiro dia da 40ª edição da Francal manteve o ritmo da terça e da quarta-feira. “Não é possível que mais de mil expositores falem que as coisas estão boas e que isso não seja verdadeiro”, disse o jornalista Corrêa Neves Júnior, em comentário feito no Jornal da Noite, da Difusora AM (1030 kHz).
O presidente eleito do Sindicato da Indústria de Calçados de Franca, José Carlos Brigagão do Couto, acredita que as perspectivas são boas para o segundo semestre. “Pelo que vi nos corredores da Francal, o calçadista francano não precisa temer, mas sim acreditar no mercado e no próprio potencial”.
O diretor da Abicalçados (Associação Brasileira das Indústrias de Calçados), Ivânio Batista, concorda com as afirmações do presidente eleito do Sindifran. Ivânio que disse a Apex Brasil, órgão responsável pela promoção das exportações do Brasil, tem feito um trabalho capaz de proporcionar ao exportador brasileiro melhores condições de venda de seus produtos a importadores estrangeiros. “Por conta do Projeto Comprador, que é feito pela Apex em parceria com a Abicalçados e a Francal, temos visitado vários expositores e visto encomendas sendo realizadas, os estandes lotados e os corredores ocupados”, disse Batista, ressaltando que é um sinal evidente do sucesso da feira.
Recepcionado pela presidente do Conselho de Adminsitração do Grupo Corrêa Neves de Comunicação, Sônia Machiavelli Corrêa Neves, e pelo jornalista Corrêa Neves Júnior, o diretor da Abicalçados destacou vantagens que Franca tem para concorrer no mercado internacional. “O calçado de Franca tem qualidade e possibilidade de entrega de encomendas pequenas, o que as indústrias chinesas não fazem mais”. Ainda assim, Ivânio adverte o empresário francano. “Temos um projeto chamado Brazilian Landed, que é a venda do produto brasileiro diretamente na loja no exterior, com o auxílio da Apex. Mas as empresas de Franca precisam participar mais deste programa”. [FOTO2] No início da noite, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Miguel Jorge, abordou, dentro dos estúdios da Difusora AM, a inflação crescente e declarou que a indústria não precisa de protecionismo, mas de defesa junto aos órgãos internacionais que regulam a concorrência comercial entre as nações.
Além das tradicionais discussões sobre os rumos da indústria calçadista, o estande do jornal Comércio e da Difusora recepcionou ainda Zaguinha, considerado o “Rei das Embaixadas”, e o ex-goleiro da Francana Marcelo Flores, que hoje veste outra camisa, a da Calçados Mariner. | São Silvestre 2008 |